O órgão europeu considera que, mesmo com a BA.2 sendo a cepa predominante no momento, a BA.4 e BA.5 podem causar uma nova onda durante o verão no hemisfério norte. Segundo as autoridades sanitárias, as sublinhagens têm vantagem pois são capazes de evitar a imunidade adquirida por infecções anteriores e, em alguns casos, pela vacinação.
O ECDC considera que, seguindo o ritmo atual, a BA,5 pode se tornar a variante predominante em Portugal em 22 de maio. Ainda assim, a agência explica, em comunicado, que com as informações disponíveis até agora, não há indicação que as sublinhagens causem doença mais severa do que as outras cepas que se desenvolveram a partir da Ômicron.
O órgão também pede aos países que se mantenham vigilantes à emergência das subvariantes, e apostem na testagem, vigilância genômica e na vacinação da população, principalmente a mais idosa.

