A Justiça argentina determinou a prisão de uma mulher suspeita de participar da organização do ataque fracassado com arma de fogo que a vice-presidente Cristina Kirchner sofreu há quase duas semanas, conforme a mídia local informou nesta terça-feira (14).
A prisão ocorreu após informações sobre a nova suspeita terem sido encontradas no celular da suposta parceira do agressor, Fernando Sabag Montiel, que, na noite de 1º de setembro, disparou sua arma duas vezes a centímetros da cabeça de Cristina sem que a bala saísse, segundo Clarín e La Nación, entre outros veículos de comunicação.
A nova detida — a terceira no caso — faria parte de uma pequena e informal organização que planejou o ataque contra Cristina, a poderosa vice-presidente peronista que também governou o país entre 2007 e 2015.
A Justiça também teria decidido aumentar a segurança de Cristina e sua família após supostas ameaças de morte por telefone que teriam ocorrido nos últimos dias.
A vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, foi alvo de um atentado na última quinta-feira (1º) quando chegava em casa, no bairro da Recoleta, em Buenos Aires, e dava dedicatórias em livros de apoiadores, que a aguardavam. O autor do atentado é um brasileiro, que chegou a encostar uma pistola no rosto da política. Nesta imagem, é possível ver com nitidez o momento em que Fernando Andrés Sabag Montiel aponta a arma e faz menção de que vai atirar

