A informação foi confirmada por diplomatas israelenses ao jornal The New York Times. As declarações foram dadas em meio à pressão internacional pelo fim do conflito na Faixa de Gaza.
Fontes de segurança egípcia asseguraram, em condição de anonimato, que os dois lados concordaram, em princípio, com o cessar-fogo, mas os detalhes precisavam ser resolvidos. Ainda assim, Israel desencadeou uma nova onda de ataques aéreos na Faixa de Gaza nesta quinta-feira (20/5) e o Hamas lançou mais foguetes contra o território israelense.
Desde o dia 10 de maio há essa hostilidade na Faixa de Gaza, com vários foguetes disparados pelo movimento palestino Hamas na direção do território de Israel, depois de centenas de manifestantes palestinos terem ficado feridos em confrontos com policiais israelenses em Jerusalém Oriental.
Autoridades locais de saúde apontam que, com a guerra, ao menos 227 pessoas, incluindo 64 crianças, morreram em ataques israelenses na Faixa de Gaza. Em Israel, disparos de foguetes a partir de Gaza provocaram 12 mortos, incluindo um menino de 5 anos e uma menina de 16, segundo autoridades israelenses.

