Em nota a Anvisa informou ter sido comunicada do óbito em 19 de outubro, e que o comitê independente que acompanha o caso sugeriu o prosseguimento do estudo.
Ainda segunda a Anvisa, os dados são sigilosos e não serão divulgados. “A Anvisa está comprometida a cumprir esses regulamentos, de forma a assegurar a privacidade dos voluntários e também a confiabilidade do país para a execução de estudos de tamanha relevância. A agência cumpriu, cumpre e cumprirá a sua missão institucional de proteger a saúde da população brasileira”, afirmou.
O voluntário era um homem de 28 anos, médico e morador do Rio de Janeiro. Ainda não se sabe se ele tomou a vacina ou o placebo.
O estudo está na fase 3 dos testes, e eles começaram no Brasil em junho. Nesta fase, a eficácia da vacina é verificada a partir do monitoramento de milhares de voluntários. No país, 8 mil voluntários já participam do estudo.

