Lindôra também pergunta: quais hospitais não entraram em funcionamento depois de já terem sido construídos e quais unidades estão operando atualmente, sobre unidades desativadas, qual o motivo de seu fechamento e qual a destinação dada a insumos e equipamentos que foram usados nas estruturas fechadas. Ela pede que governadores respondam até sexta-feira (19).
A própria Lindôra é autora de pedidos de medidas cautelares autorizados ao longo do ano passado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) contra governadores como Wilson Lima (PSC), do Amazonas, Carlos Moisés (PSL), de Santa Catarina, e Helder Barbalho (MDB), do Pará.
Entre as funções que acumula, está a de coordenadora nacional substituta do Giac (Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia do Coronavírus19), instituído no ano passado pelo procurador-geral Augusto Aras. É sob esse título que Lindôra justifica o ofício circular enviado aos 27 governadores sobre hospitais de campanha.

