Os conselheiros de Estado podem substituir o monarca reinante quando ele estiver indisposto. Entretanto, três dos cinco mentores do rei Charles não trabalham em nome da instituição. São eles: Andrew, Harry e Beatrice. Caso as mudanças sejam efetivadas, o príncipe William será o único remanescente do grupo que serviu no comando da falecida rainha Elizabeth II.
Conforme apurou o jornal britânico The Telegraph, o rei Charles III está interessado em tornar as medidas relevantes, para que a alteração da lei aconteça o “mais rápido possível”. Se a mudança no regimento ocorrer de fato, haverá uma dança das cadeiras no grupo de conselheiros. Quem passa a ocupar duas das posições serão dois irmãos e uma sobrinha do soberano, no caso, o príncipe Edward, Louise Windsor e a princesa Anne.
Segundo o The Telegraph, o rei reconhece a “incongruência” de ter um trio de conselheiros que não trabalham para a realeza e, por isso, são inelegíveis. A reforma desejada por Charles deixará em evidência a posição da realeza ativa e não ativa. No caso, o príncipe Harry abdicou dos deveres reais em março de 2020, enquanto Andrew teve os títulos e patrocínios retirados em razão de envolvimento em um escândalo sexual.

